Fragata - NRP "Vasco da Gama" F-330

País: Portugal
Construtor: Blohm & Voss
Ano Lançamento: 1989
Class: "Vasco da Gama" Meko 200P
Deslocamento Standard: 2700t
Deslocamento Máximo: 3200t
Comprimento: 115.9m
Largura: 14,2m
Calado: 6.2m
Guarnição: 180 Homens
Velocidade Máxima:
- Motores Diesel: 20nós
- Turbinas a Gás: 32nós
Propulsão:
- 2 Motores Diesel MTU: 8.840hp
- 2 Turbinas a Gás GELM: 53.000hp
Autonomia: 17000Km a 15 nós

Canhões
- 1 x DCN - Mod 1968 CADAM 100mm (Alcance: 17Km)
- 2 x Oerlikon 20mm Mod.1930 (Alcance:2Km)
- 1 x Phalanx Mk15 Block 1 20mm(Alcance:2.3Km)
Misseis Superfície-Ar
- Sistema de lançamento Mk.29
- 8 x RIM-7M Seasparrow (Defesa antiaérea próxima) (Alcance: 15km)
Misseis Superfície-Superfície
- Sistema de lançamento Mk.141
- 8 x RGM 84D Harpoon (Anti-navio) (Alcance: 120km)
Torpedos
- 6 x ATK Alliant Techsystems MK-46 mod.5 - 2x3 lançadores Mk.32
Aeronaves Embarcadas
- 2 x Helicóptero Agusta-Westland Lynx Mk95
Sonares
- General Dynamics Canada SQS-510 / Pesquisa activa/ataque
Radares
- Thales Nederland STIR-180 (Director de tiro - Al.med: 97Km)
- Kelvin Hughes KH-1007 (F) (Navegação - Al.med: 37Km)
- Thales Nederland MW-08 (Combinado Aerea/superficie - Al.med: 54Km)
- Thales Nederland DA-08 (Pesquisa aérea - Al.med: 145Km)
Outros Sistemas
- Thales Nederland STACOS Mk.II (Sistema de gestão de dados combate)
- Thales Nederland VESTA-Helo (OHTS - Sistema de pontaria para lá do horizonte)
- Boeing Company AN/SWG-1A(V) (Sistema de gestão de dados combate)
- EDO Corp. APECS-II/AR700 (Contramedidas electronicas)
- Argon - ST AN/SLQ-25 (Engodo anti-torpedo)
- EADS Mk 36 SRBOC (Contramedidas electronicas)

F-330 NRP "Vasco da Gama"
F-331 NRP "Alvares Cabral"
F-332 NRP "Corte Real"

NRP Vasco da Gama (F-330)O N.R.P. Vasco da Gama foi construído em 1990, nos estaleiros Blohm & Voss (Hamburg, Alemanha), sendo o primeiro dos três navios da classe "Vasco da Gama".

Desde o seu aumento ao efectivo da Armada, em 18 de Janeiro de 1991, tem representado e defendido o País e os interesses nacionais em vários cenários, designadamente em Angola, mar Adriático, Guiné-Bissau, Timor-Leste e mar Mediterrâneo Oriental.

Portugal, (que obteve dos seus aliados da NATO uma comparticipação de 60%) optou por uma configuração tipo fragata multiusos. A classe Vasco da Gama, não é especializada em caçar submarinos, nem está especialmente vocacionada para defesa anti-aérea, dado aquando do seu projecto não fazer sentido a necessidade de fragatas de defesa aérea na marinha portuguesa. Assim, uma fragata multi-usos, pode "acudir" a vários problemas. As Vasco da Gama transportam a duvidosa honra de terem sido as primeiras unidades da marinha portuguesa a transportar mísseis anti-navio e anti-aéreos.

As fragatas Vasco da Gama, aproximam-se dos 20 anos de vida e vão necessitar de entrar num processo de modernização. A sua capacidade de protecção, é neste momento considerada deficiente, estando dependente dos mísseis superficie-ar Sea-Sparrow, que lhe permitem uma defesa aproximada e do "ultimo recurso" CIWS Phalanx, que nos dias de hoje é alvo de algumas criticas e apontado como pouco eficiente contra alvos voando a baixa velocidade.

Actualmente as três fragatas já se encontram equipadas com novos sistemas de comunicações e de controlo. Com a possível modernização das fragatas desta classe encontra-se incluídas as seguintes alterações:
Montagem de novos mísseis ESSM (Evolved Sea Sparrow Missile);
Modernização do sistema CIWS, Phalanx, ou em opção, um sistema RAM/SEARAM, com a mesma função mas utilizando mísseis;
Novos mísseis Harpoon - com sistema de navegação por GPS, e possibilidade de ataque a alvos em terra.

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