USS Arleigh Burke (DDG-51)

Destroyer - USS Arleigh Burke (DDG-51)
Destroyer - USS Arleigh Burke (DDG-51)
Destroyer - USS Arleigh Burke (DDG-51)
Destroyer - USS Arleigh Burke (DDG-51)
Destroyer - USS Arleigh Burke (DDG-51)
Destroyer - USS Arleigh Burke (DDG-51)
Destroyer - USS Arleigh Burke (DDG-51)

Características

País: Estados Unidos da América
Função: Contratorpedeiro
Construtor: Bath Iron Works
Ano Lançamento: 1991
Classe: "Arleigh Burke"
Deslocamento Standard: 6.900t
Deslocamento Máximo: 9.000t
Comprimento: 154m
Largura: 18m
Calado: 9,4m
Guarnição: 281 homens
Velocidade Máxima: > 30 nós
Autonomia: 4400 mn (8100 km) a 20 nós
Propulsão:
- 4 × General Electric LM2500-30 gas turbines
- 100,000 shp (75,000 kW)


Armamento/Equipamento

- 2 Phalanx CIWS 20 mm
- 1 × 29 cell, 1 × 61 cell Mk 41 vertical launching systems with 90 × RIM-156 SM-2, BGM-109 Tomahawk or RUM-139 VL-ASROC missiles
- 2 x Mk 141 Lançadores Mísseis Harpoon SSM
- 1 × Mark 45 5/54 in (127/54 mm)
- 2 × 25 mm chain gun
- 4 × .50 caliber (12.7 mm) guns
- 2 × Mk 32 triple torpedo tubes
Sensores
- AN/SPY-1D 3D radar (Flight I,II,IIa)
- AN/SPS-67(V)2 surface-search radar
- AN/SPS-73(V)12 surface-search radar
- AN/SPG-62 fire-control radar
- AN/SQS-53C sonar array
- AN/SQR-19 tactical towed array sonar
- AN/SQQ-28 LAMPS III shipboard system
Guerra eletrónica & contramedidas
- AN/SLQ-32(V)2 Electronic Warfare System
- AN/SLQ-25 Nixie Torpedo Countermeasures
- MK 36 MOD 12 Decoy Launching System
- MK 53 Nulka Decoy Launching System
- AN/SLQ-39 CHAFF Buoys


Navios constituintes da classe

Destroyer - USS Arleigh Burke (DDG-51)
Destroyer - USS Arleigh Burke (DDG-51)
Destroyer - USS Arleigh Burke (DDG-51)
Flight I:
USS Arleigh Burke (DDG-51)
USS Barry (DDG-52)
USS John Paul Jones (DDG-53)
USS Curtis Wilbur (DDG-54)
USS Stout (DDG-55)
USS John S. McCain (DDG-56)
USS Mitscher (DDG-57)
USS Laboon (DDG-58)
USS Russell (DDG-59)
USS Paul Hamilton (DDG-60)
USS Ramage (DDG-61)
USS Fitzgerald (DDG-62)
USS Stethem (DDG-63)
USS Carney (DDG-64)
USS Benfold (DDG-65)
USS Gonzalez (DDG-66)
USS Cole (DDG-67)
USS The Sullivans (DDG-68)
USS Milius (DDG-69)
USS Hopper (DDG-70)
USS Ross (DDG-71)
Flight II
USS Mahan (DDG-72)
USS Decatur (DDG-73)
USS McFaul (DDG-74)
USS Donald Cook (DDG-75)
USS Higgins (DDG-76)
USS O'Kane (DDG-77)
USS Porter (DDG-78)
Flight IIA
USS Oscar Austin (DDG-79)
USS Roosevelt (DDG-80)
USS Winston S. Churchill (DDG-81)
USS Lassen (DDG-82)
USS Howard (DDG-83)
USS Bulkeley (DDG-84)
USS McCampbell (DDG-85)
USS Shoup (DDG-86)
USS Mason (DDG-87)
USS Preble (DDG-88)
USS Mustin (DDG-89)
USS Chafee (DDG-90)
USS Pinckney (DDG-91)
USS Momsen (DDG-92)
USS Chung-Hoon (DDG-93)
USS Nitze (DDG-94)
USS James E. Williams (DDG-95)
USS Bainbridge (DDG-96)
USS Halsey (DDG-97)
USS Forrest Sherman (DDG-98)
USS Farragut (DDG-99)
USS Kidd (DDG-100)
USS Gridley (DDG-101)
USS Sampson (DDG-102)
USS Truxtun (DDG-103)
USS Sterett (DDG-104)
USS Dewey (DDG-105)
USS Stockdale (DDG-106)
USS Gravely (DDG-107)
USS Wayne E. Meyer (DDG-108)
USS Jason Dunham (DDG-109)
USS William P. Lawrence (DDG-110)
USS Spruance (DDG-111)
USS Michael Murphy (DDG-112)

Os Contratorpedeiros da classe "Arleigh Burke", são uma das classes de contratorpedeiros da Marinha dos Estados Unidos, estando construída em torno do sistema de combate Aegis e do Radar Multi-função SPY-1D. O primeiro navio foi encomendado em 4 de Julho de 1991. Após o encerramento da última classe de contratorpedeiros da classe "Spruance", USS Cushing, em 21 de setembro de 2005, a classe "Arleigh Burke" tornou-se na única classe de contratorpedeiros ao serviço da Marinha dos Estados Unidos.

A classe é chamada de Almirante Arleigh "31-Knot" Burke, o mais famoso Oficial dde Contratorpedeiros americanos da II Guerra Mundial. O Almirante Burke estava vivo quando a classe lider foi encomendado, e as suas palavras à classe 'distinguir serviço até à data: "Este navio é construído para combater, vocês têm o melhor know-how".


Fontes:
Wikipedia

Northrop F-5E Tiger II

Northrop F-5E Tiger II
Northrop F-5E Tiger II
Northrop F-5E Tiger II
Northrop F-5E Tiger II
Northrop F-5E Tiger II
Northrop F-5E Tiger II
  • País de origem: Estados Unidos da América
  • Tripulação: 1
  • Comprimento: 14,45 m
  • Envergadura: 8,13 m
  • Altura: 4,08 m
  • Peso vazio: 4 349 kg
  • Peso máx. de descolagem: 11 214 kg
  • Propulsão: 2 x turbojatos General Electric J85-GE-21B
  • Empuxo: 15 600 N em empuxo seco, e 22 200 N em pós-combustão
  • Velocidade máx. em Mach: 1,63 Mach a 11 000m
  • Alcance bélico: 1 405 km
  • Alcance (MTOW): 3 700 km
  • Teto máximo: 15 800 m


Armamento:
  • Metralhadoras/Canhões: 2 x canhões M39A2 de 20 mm
  • Foguetes:
    • 2× LAU-61/LAU-68 lança foguetes (cada com 19 Hydra 70 mm); ou
    • 2× LAU-5003 lança foguetes (cada com 19 CRV7 70 mm); ou
    • 2× LAU-10 lança foguetes (cada com 4 Zuni 127 mm); ou
    • 2× Matra lança foguetes (cada com 18 SNEB 68 mm)
  • Mísseis Ar-ar:
    • AIM-9 Sidewinder
    • AIM-120 AMRAAM
  • Mísseis Ar-superfície
    • AGM-65 Maverick
  • Bombas:
    • Uma variedade de bombas incluindo as da série Mark 80
    • GBU-24/49/52/58
    • bombas Napalm e M129 não guiadas
    • bombas guiadas da família Paveway
  • Áustria
  • Bahrein
  • Botswana
  • Chile
  • Etiópia
  • Honduras
  • Indonésia
  • Irão
  • Jordânia
  • Quênia
  • México
  • Marrocos
  • Noruega
  • Paquistão
  • Paraguai
  • Taiwan
  • Arábia Saudita
  • Singapura
  • Coreia do Sul
  • Espanha
  • Sudão
  • Suíça
  • Tailândia
  • Tunísia
  • Turquia
  • Venezuela
  • Vietname do Sul
  • Iêmen
  • Canadá
  • Grécia
  • Malásia
  • Países Baixos
  • Filipinas
Northrop F-5E Tiger II
Northrop F-5E Tiger II
Northrop F-5E Tiger II

No Brasil, a história do F-5 iniciou na prática em março de 1975, porém, ele esteve cotado para equipar a FAB desde 1965, em sua versão F-5A/B. Em 1967, ele foi novamente cogitado, desta vez como vetor do projeto SISDACTA. A preferência era para o F-4 Phantom, mas este foi vetado pelos americanos, que em contrapartida ofereceram o F-5C. O impasse norte-americano favoreceu os franceses, tendo a FAB adquirido 16 Dassault Mirage III. Numa nova disputa internacional, realizada a partir de 1971 para substituir os AT-33A, na qual participaram o Fiat G-91, MB-326K, Harrier Mk-50, Jaguar GR1 e A-4F, saiu vencedor o caça da Northrop, agora em sua versão F-5E. Começava a longa história de sucesso do Tiger II na FAB.

A FAB recebeu 6 F-5B (FAB 4800 a 4805), 4 F-5F (FAB 4806 a 4809) e 58 F-5E (FAB 4820 a 4877) que foram adquiridos em dois lotes distintos. O primeiro lote em 1973, direto da fábrica (06 F-5B + 36 F-5E), ao valor de US$ 115 milhões e o segundo lote, em 1988, ex-USAF (04 F-5F e 22 F-5E), ao custo total de US$ 13,1 milhões. As primeiras aeronaves da "Operação Tigre", como ficou conhecido o translado do primeiro lote, foram entregues a partir de 28 de fevereiro de 1975 em Palmdale. Eram 3 F-5B, que chegaram ao Brasil no dia 06 de março do mesmo ano, sendo seguidos de outros 3 F-5B em 13 de maio. Em 12 de junho de 1975, chegavam os primeiros 4 F-5E à BAGL, dando início a uma ponte aérea que só terminaria em 12 de fevereiro do ano seguinte, totalizando 36 aeronaves. Em 1985, depois de muito procurar, chegou-se a um acordo com o governo Reagan, que aceitou negociar 4 F-5F e 22 F-5E, que sairiam das fileiras da USAF, a um custo de 13,1 milhões de dólares.

Por volta de Setembro de 2006, especulava-se a aquisição de 9 aeronaves F-5E Tiger II, usadas da Arábia Saudita, sendo 6 F-5E e 3 F-5F. Esta compra, entretanto, não foi adiante, vindo a Força Aérea Brasileira a adquirir um lote de aeronaves pertencentes à Real Força Aérea da Jordânia. No total foram compradas 11 aeronaves, sendo 8 F-5E monopostos e 3 F-5F bipostos. As primeiras aeronaves vindas da Jordânia chegaram no Brasil em 19 agosto de 2008 e foram enviadas ao Parque de Material da Aeronáutica de São Paulo (PAMA-SP). Todas os F-5 ex-Jordânia foram convertidos em 2013 para o padrão F-5EM e F-5FM.

O F5BR (F5M) é uma versão brasileira modernizada do caça F-5 Tiger II empregada na Força Aérea Brasileira. O projeto F5BR (posteriormente chamado de F5M) foi realizado pela Embraer, na sua Unidade de Gavião Peixoto, na cidade homônima, interior do estado de São Paulo, e pela AEL Sistemas, subsidiária da israelense Elbit, a pedido da FAB em 2000 e teve custo de US$ 285 milhões. A junção destas duas empresas deu origem à Harpia, que em 2011 foi integrada à nova unidade criada pela Embraer, a Embraer Defesa e Segurança. O projeto consistiu na aplicação de aviônicos de última geração, atualização dos sistemas de navegação, armamentos e auto-defesa, inclusive com equipamentos recentes de contra-medidas eletrônicas. A modernização destes caças foi uma alternativa ao Projeto FX original do governo Brasileiro a fim de conseguir um sistema de defesa aérea efetivo na segurança aérea brasileira.

Ela inclui a última tecnologia disponível, com a capacidade técnica de ambas empresas para desenvolver a solução certa para os cenários operacional e orçamentário da Força Aérea Brasileira. São aproximadamente 60 caças F-5E/F que foram atualizados entre 2001 e 2013 e irão assegurar a sua vida operacional por mais 15 anos. Até março de 2008, 23 aeronaves haviam sido modernizadas. Entre 2008 e 2011, mais 23 unidades foram entregues à FAB e entre 2011 e 2013 foram mais 11 unidades modernizadas, além de um simulador de voo entregues à FAB.

No início de 2011, foi criada a Embraer Defesa e Segurança, unidade da Embraer também sediada em Gavião Peixoto, que ficou responsável pela modernização, além dos F5, também de outros modelos da frota da FAB como o AMX e o ALX (Super Tucano). O F5BR é considerado um caça de 4ª geração (os outros F5 são tidos como de 3ª), tem aviônicos e sistemas totalmente novos (os mesmos do A-29), o caça também opera os misseis nacionais MAA-1 Piranha, o trem de pouso também foi otimizado dando ao F5BR a capacidade de pousar em pistas em mau estado de conservação. O caça também tem o sistema REVO de reabastecimento em pleno voo.

A operação aérea Cruzex é realizada no Brasil a cada dois anos com a participação de forças aéreas sul americanas e da França. Nos exercícios de 2002 e 2004, era nítida a distância entre a FAB e a Armée de l'Air. Na CRUZEX 2006, o avanço conseguido pelo F-5M devido as modificações eletrônicas, surpreendeu a própria FAB e todas as forças aéreas convidadas. O avião agora possui seu sistema totalmente digital, e a FAB implantou mísseis BVR Derby de origem israelense. Essas modificações mostraram no exercício militar a nova cara da FAB, ou seja, uma força que finalmente chegou a era digital e que introduz uma série de novos conceitos em operação, embora ainda esteja muito aquém do poderio aeronáutico apresentado por norte-americanos, russos, franceses e ingleses. A integração da aeronave Embraer EMB-145 AEW&C e o "novo" F-5 demonstrou ser letal, igualando ou vencendo o sistema equivalente da Força Aérea Francesa no exercício. O EMB-145 AEW&C possui um poderoso radar instalado, orientando os caças F-5 com seus mísseis.

Tecnologia de 4ª Geração - A cabine totalmente provida de displays proporciona baixo esforço para o piloto e foi projetada para todas as condições de tempo, dia e noite, encontradas em todos os teatros de operação. Oferece dispositivo de manche e manete de potência combinados (HOTAS), dois computadores de alto desempenho e um sistema integrado de navegação INS/GPS.

Três MFDs (Mostradores Multifuncionais) - em cores e leitura HUD (mostrador projetado à frente/painel de controle à frente) levam ao que melhor existe em interface homem-máquina. Todos os sistemas e iluminação do F-5BR foram projetados para missões noturnas. Um vídeo VHS-C grava todos os dados pertinentes de dados e áudio para reprodução em voo ou no solo.

A tecnologia de 4ª geração permite que o F-5BR inclua HMD (mostrador montado no capacete), link para dados, Sistema de Planejamento de Missão, AACMI (Instrumentação Autônoma para Simulação e Avaliação de Manobras de Combate) e capacidade para treinamento virtual de voo.

Um avançado radar multi-modo - para medição de distância Ar-Ar, Ar-Terra e Ar-Mar, busca, rastreamento, rastreamento com varredura e combate aéreo será instalado no F-5BR, proporcionando condições de precisão, eficácia e auto-defesa. Permitirá rápida e efetiva operação do F-5BR.

Desempenho - O avião mantém as mesmas características operacionais comprovadas em combate dos F-5E/F que já estão em operação no Brasil, porém extremamente melhoradas e aperfeiçoadas por meio dos novos sistemas incluídos na solução Embraer-Elbit.

Sistemas de armamentos - O avião terá boa quantidade de armamentos convencionais e/ou inteligentes usados nos caças de nova geração, compatíveis com mísseis Além de Alcance Visual (BVR), bombas guiadas a laser, mísseis balísticos etc., e sensores para missões diurnas/noturnas sob qualquer tempo.

O F-5BR será compatibilizado com o armamento padrão da FAB existente no inventário, como o míssil ar-ar de pequeno alcance MAA-1, míssil ar-ar de médio alcance Derby, míssil Anti-radiação MAR-1, bem como bombas "inteligentes" e pod's.

Sistemas de Auto-Defesa - Contra-medidas eletrônicas (ECM) testadas em combate, mais Receptor de Aviso de Radar (RWR) estão disponíveis. Baixa Assinatura ao Radar e assinatura infra-vermelha reduzidas garantem baixa suscetibilidade de detecção do avião.

Logística - Os programas de manutenção baseados nas condições dos aviões são baseados em equipamentos e componentes de última geração. Um Equipamento de Função BIT permite localização de falhas e sistema de diagnóstico que leva a reparações rápidas, garantindo elevada confiabilidade de voo.


Fontes:
Wikipedia